PROCESSOS DE MORRER A morte guarda nuances E matizes curiosos, Para os que foram atuantes No bem, e pr’os preguiçosos... Para alguns são enervantes, Para outros são dolorosos, Os momentos expirantes, Pelos delitos culposos. Para os que vivem no amor, A morte é como brilhantes Que o homem forja, e o Senhor Faz luzes inebriantes. Aos que se estribam no mal, Ou em gozos tormentosos, As desgraceiras do Umbral São quais viscos pegajosos. Nas trilhas moralizantes, Em que o homem se situa, Terá sonhos fulgurantes Que o vero bem preceitua. Mas, com os atos perigosos De materialismo denso, Faz seus dias enganosos Para um porvir agro e tenso. A morte não traz alento, Como pensam os farsantes, Sem o aval do pensamento Nas ações do amor, constantes. Para os que servem no bem, São momentos portentosos, Bem diferentes, no Além Do estado dos viciosos. Energias suavizantes Recebem os bons obreiros, Que se opõem aos fortes guantes Que prendem os desordeiros. Dos crimes mais insultuosos, Que a cons...
Lugar de prece, amparo e recolhimento